Quero estes choo's. Ando a precisar de prendas. Se alguma alma caridosa se quiser chegar à frente o número é o 40 (sim, é verdade). São ideais para um certo casório que se aproxima.

Nota mental: evitar yupies. I should know better.
... no tempo das borboletas ...

Depois do último post lembrei-me de criar uma rúbrica de melhores cenas de beijocas do cinema. Começo com o Rhett (Clark Gable) e a Scarlet (Vivian Leigh) num dos meus filmes favoritos, o inigualável "E Tudo o Vento Levou".
"This is what you were meant for. None of the fools you've ever known has kissed you like this, has he?"
aceitam-se sugestões :)
quero um destes, assim, com tarte de mirtilo...
"it wasn't so hard to cross that street after all, it all depends on who's waiting for you on the other side"
está aí alguém?
Há alturas da vida em que se pára para contemplar o quadro, a figura, a big picture, o puzzle que se foi montando peça a peça... é então que se percebe quantas peças estão fora de sítio, quantas estão a mais e repara-se que há mesmo peças que não fazem bem parte do mosaico mas insistem em ficar agarradas, acopladas, numa relação parasitária. Dependem do teu sorriso, dos teus bons modos, do teu bom gosto e da tua capacidade de transformar o cinzento em céu azul.
O mosaico estilhaçou em momentos, quebrou-se de peças que se soltaram sem ordem.
Li este post da pipoca e percebi que mais que não ter tempo pa chorar, não ando com paciência para o fazer. Como se fosse algo que me irrita mais que tudo. As lágrimas dão-me raiva, sinto-me patética pelas minhas razões para chorar.
Não ajuda quando me dizem que se esqueceram de mim. Que não sobra nada a não ser a ausência da lembrança. Já basta eu esquecer-me de mim diariamente, ou tentar não me lembrar quando o nó da memória aperta.
Não gosto do que penso ou do que sinto... Não me gosto e pronto. Esqueci-me das lágrimas.
Começo a ficar farta de contar a mesma história vezes e vezes sem conta. Começa sempre por "era um vez" e fica invariavelmente suspensa por razões que me ultrapassam completamente.
Há a enfatização inicial, a descoberta, as piadinhas parvas, os risinhos nervosos, as trocas de mensagens, os cafés/jantares/cinemas/etc. e há sempre, como se fosse inevitável, a derradeira conversa sobre a ex que ficou para trás (adoro especialmente quando dizem o nome da criatura, mas está tudo doido????), sobre os problemas de relacionamentos, as crises de solteirice inveterada, and so on and so on até eu começar a fumar compulsivamente e a pensar na melhor maneira de me escapulir de uma situação que pode arrastar meses (especialmente quando começo a achar a criatura interessante a acreditar em histórias da carochinha e desculpas esfarrapadas).
De uma forma geral estas criaturas, estes "eles", entram de repente e sem pedir licença pela minha vidinha a dentro e saem dela da mesma maneira... sem eu perceber muito bem o porquê. Talvez não haja porquê, talvez a culpa seja de todos os que abriram a minha porta, espreitaram, começaram a bisbilhotar nas gavetas e sairam pela janela.
Hoje alguém me disse para sorrir, para lembrar sempre que o sol está sempre lá.
Disse ainda que talvez a culpa seja minha, das escolhas que faço dos "eles" a quem dou a chave.
O melhor é uma limpeza geral à minha agenda, ao meu cartão.
Vai tudo pa reciclagem... do A ao Z!!!!